Reunindo mais de 45 mil pessoas em Los Angeles, a feira 2010 conta com novidades incríveis no mundo da teconologia 3d e movimentos. Existe uma época do ano, às vezes simultânea à Copa do Mundo, em que milhares de nerds se acotovelam em um centro de convenções na Califórnia e de lá saem sabendo de tudo sobre o futuro de sua indústria favorita, a de games. A Electronic Entretainment Expo, conhecida como E3, reuniu de 14 a 17 de junho 45 mil pessoas e 250 das maiores empresas do setor em Los Angeles e deixou claro que os jogadores não viverão mais sem 3D e sensores de movimento na sua jogatina diária.
As responsáveis pelos três videogames que comandam o setor, Microsoft e seu Xbox 360; Nintendo e o Wii; e Sony com o Playstation 3, exibiram as principais novidades, seguidas por dezenas de desenvolvedoras de jogos.
A Microsoft revelou o Kinect, sistema de controle de games que usa apenas o corpo e a voz e causou furor porque o periférico, uma câmera com microfone embutido, realmente funciona. A japonesa Sony, para não ficar atrás, demonstrou o Move, equipamento de captura de movimentos com dois controles, parecido com o usado pelo Wii. A diferença está na sensibilidade maior e nos jogos em alta definição, em oposição ao gráfico simples do console da Nintendo.
A “Big N”, representada por seu guru mor, Shigeru Miyamoto, o célebre criador de Mario, contra-atacou em 3D com o portátil 3DS. O videogame é a evolução do anterior, DS, e é o primeiro a exibir gráficos em três dimensões que cabem na palma da mão, dispensam óculos, e ainda por cima podem ser desligados. A Sony respondeu com games como Killzone 3 e Gran Turismo em 3D. Valendo-se de suas TVs criadas para dar suporte à tecnologia, a empresa aposta em uma experiência à la Avatar, com óculos de plástico e tudo, no conforto do lar.
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